O terceiro e último programa inédito da produção
documental “Vozes do Rio Pinheiros”, exibido pela TV Brasil neste
domingo (03/08), às 18h30, discute os avanços e as perspectivas para o futuro
do uso desse espaço. A série independente analisa as transformações do Rio
Pinheiros, um dos mais emblemáticos de São Paulo.
A despoluição do Rio Pinheiros é debatida como vetor de
saúde, geração de energia limpa, valorização urbana e engajamento social. O
seriado termina com uma abordagem sobre a revitalização dessa área que está
reintegrada à vida da cidade e tem potencial para servir de exemplo para
inspirar políticas públicas em todo o Brasil.
A série resgata a história do Rio Pinheiros e aborda sua
relação com a represa Billings, considerado um dos maiores e mais importantes
reservatórios de água de São Paulo. A sustentabilidade ambiental é um dos
pontos levantados no decorrer do episódio final do programa. A partir da
próxima semana, o canal público reexibe a atração no mesmo dia e horário.
Com depoimentos de especialistas, a obra audiovisual
esclarece as etapas dos modelos de governança que levaram ao processo de
revitalização desse espaço da região metropolitana da capital com a despoluição
dos Rio Pinheiros e também dos córregos que deságuam nele e suas respectivas
microbacias.
A iniciativa prevê a coleta e o tratamento de esgoto, ações
que tornaram o ambiente mais agradável com benefícios para a qualidade e
bem-estar de quem circula. Os moradores passaram a utilizar as margens não só
para deslocamento como também como parque para a prática de exercícios.
O seriado Vozes do Rio Pinheiros indica que essas novidades
na apropriação do espaço público contribuem para a valorização dos imóveis. O
novo contexto também incentiva o fomento do emprego e renda para movimentar a
dinâmica local e o desenvolvimento socioeconômico.
As mudanças observadas resgatam o senso de pertencimento do
cidadão. O programa mostra de que maneira as pistas de bicicleta e corrida
mobilizam a vivência naquela área com atividades de lazer e bem-estar. Para
moradores e visitantes, a rota de passagem ganha ares de paisagem cotidiana a
ser contemplada e usufruída.