Neste sábado (03/01), Altas Horas abre o ano de 2026 com nomes
do tecnobrega, pagode, pisadinha/forró e MPB em encontros que recordam
trajetórias, sucessos e influências musicais.
Representando o tecnobrega, Joelma relembra o início da
carreira e fala sobre o processo intuitivo de criação de suas coreografias. A
artista revisita momentos decisivos de sua trajetória, como a formação da banda
Calypso e a mudança para Recife, ainda no começo da carreira, onde sua música
ganhou projeção nacional. No palco, interpreta sucessos como Voando pro Pará e A
Lua Me Traiu.
O pagode marca presença com Rodriguinho, que recorda seu
percurso musical, desde os primeiros grupos até a consolidação com Os
Travessos. O cantor comenta o projeto Rodriguinho Acústico, no qual
reinterpreta músicas que influenciaram sua formação musical, de artistas como
Milton Nascimento, Simonal e Lulu Santos. Ele apresenta Sorria e Vai Passar ao
lado do irmão Mr. Dan e do filho Gaab, também músicos. Dona Conceição, mãe do
cantor, se junta à família na interpretação de um clássico de Milton Nascimento.
O ritmo da pisadinha/forró ganha destaque com os Barões da
Pisadinha, que contam como o gênero se consolidou a partir dos anos 2000 e
explicam a origem do nome que batizou o movimento. A dupla relembra o início do
projeto, como se conheceu, e apresenta hits como Recairei e Coração na Cancela.
Na MPB, Roberta Campos compartilha sua trajetória
independente, desde o primeiro disco produzido em casa, de forma artesanal, até
o reconhecimento nacional. Em homenagem a Lô Borges, ela interpreta Quem Sabe
Isso Quer Dizer Amor, além de De Janeiro a Janeiro e Casinha Branca.
O Altas Horas tem apresentação de Serginho Groisman, direção
geral de Serginho Groisman e Adriano Ricco, e vai ao ar na TV Globo, depois de Três
Graças.