O Pequenas Empresas & Grandes Negócios conhece a
história de Diego Rodda. O ator transformou a necessidade de dublar em casa em
um negócio inovador. Com investimento inicial de R$ 4 mil, criou uma cabine
acústica portátil, leve e desmontável. O produto atraiu atores, dubladores e
locutores. Hoje, ele vende cabines personalizadas a partir de R$ 1.800, com
crescimento impulsionado pelo boca a boca.
O programa também vai mostrar a trajetória de Isa Silva, uma
estilista trans baiana que encontrou na moda um espaço de expressão, identidade
e transformação social. Inspirada desde a infância, ela criou uma marca focada
em moda agênero. O negócio aposta no e-commerce e em peças amplas, pensadas
para qualquer pessoa. O estilo autoral conquistou artistas como Taís Araújo,
Liniker e Elza Soares. Hoje, a marca fatura cerca de R$ 250 mil por mês.
Marcelo Baccarini analisa o crescimento do mercado de
produtos genderless, que não se limitam a distinções de gênero. A proposta
amplia a liberdade de escolha do consumidor e atende a um público mais diverso.
Para os empreendedores, o modelo simplifica a produção e reduz custos.
O terceiro episódio da série Clima de Alerta mostra como o
agrônomo Wesley Resplande transformou a alta do preço dos fertilizantes em uma
oportunidade de negócio no Amapá. Ele criou um biofertilizante feito a partir
do caroço de açaí, utilizando a fertilidade do solo para reduzir emissões. Com
novos aportes, a produção cresceu para cerca de 500 toneladas por ano.
A edição traz ainda a história de Renan Santana, barbeiro de
Mauá (SP), que transformou o atendimento a crianças autistas no diferencial do
seu negócio. Ele se especializou em ABA (Análise do Comportamento Aplicada) e
adaptou a experiência no salão para oferecer um serviço mais acolhedor. A
iniciativa ganhou visibilidade nas redes sociais, onde soma mais de 3 milhões
de seguidores. Hoje, 95% do público infantil é composto por crianças com
autismo, e o negócio fatura cerca de R$ 70 mil por mês.
O Pequenas Empresas & Grandes Negócios vai ao ar na TV
Globo, antes do É de Casa, com direção-geral de Fernanda Telles, produção
executiva de Gabriel Jacome, coordenação de produção de Aline Gutierrez e
redação final de Cristiane Ballerini.