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Divulgação - TV Globo
 
MANCHETES

» 01/04/2026 - 21:17
Eliana comanda Especial LED Globo com Laboratório de Criação em Cultura, Maracatu Sensorial, Biocimento, Tecer Mulher, FiltroPinha e projeto True

O ‘Especial LED Globo’ chega à TV Globo nesta quarta-feira (01/04), após o ‘BBB26’. Pelo segundo ano, a apresentadora Eliana conduz o programa contando histórias inspiradoras de seis projetos vencedores do Prêmio LED Globo que destaca projetos na área da educação.

Em 2026, além de apresentar as histórias de cada vencedor, o ‘Especial LED Globo’ vai virar palco de apresentações musicais. Mari Fernandez homenageia os vencedores da categoria Estudantes com a música ‘Um lugar ao Sol’, do grupo Charlie Brown Jr. Para marcar os ganhadores da categoria Empreendedor, Rael apresenta a música ‘Tá Escrito’, do grupo Revelação. Já a cantora Manu Bahtidão celebra os vencedores da categoria Educadores interpretando a música ‘Tocando em Frente’, de Almir Sater.

Os projetos vencedores do Prêmio LED Globo foram selecionais entre mais de 2300 iniciativas inscritas, divididas nas categorias Estudantes, Educadores e Empreendedores, e partilham o prêmio total de R$ 1,2 milhão.

Após a exibição do ‘Especial LED Globo’, será aberta a categoria de Voto Popular, no site do Movimento LED movimentoled.com.br, para escolha da sétima iniciativa vencedora de 2026, que vai ganhar R$ 100 mil. O resultado será anunciado no dia 8 de abril, no ‘Encontro com Patrícia Poeta’.

Com direção artística de Patrícia Carvalho, supervisão artística de Bianca Lopes, produção de Natália Dumas, produção executiva de Fernanda Neves e direção de gênero de Claudio Marques, o programa revela os seis vencedores do Prêmio LED Globo 2026, iniciativa da Globo e da Fundação Roberto Marinho que reconhece práticas educacionais inovadoras, com patrocínio da Fundação Bradesco. O especial será reexibido nos dias 12 de abril, às 22h15, e 14/04, às 14h, no GNT, e nos dias 13/04, às 21h30, e 19/04, às 13h, no Canal Futura.

Projetos ganhadores

Categoria Empreendedor

O projeto Laboratório de Criação em Cultura, de Selene Maria Rocha, de Fortaleza (CE), é um programa que atua na formação em alimentação, integrando educação, pesquisa e inovação social. O LAB reúne jovens, agricultores, povos tradicionais e produtores para qualificar produtos e tecnologias sociais. A iniciativa é conduzida em parceria com o Instituto Dragão do Mar e o objetivo é formar protagonistas e fortalecer uma cultura alimentar local e sustentável.  

Em São Paulo, a iniciativa Maracatu Sensorial, de Irton Mário Silva, foi desenvolvida pelo Instituto Som da Pele a partir das demandas de estudantes surdos por protagonismo musical. O projeto criou a metodologia MusiLibras, que traduz ritmo em estímulos visuais por meio do Metrônomo Visual. Surgiu em Recife, com o grupo Batuqueiros do Silêncio. Atua na formação de educadores e no fortalecimento de territórios periféricos.

Categoria Educadores

Do Munícipio da Serrinha (BA), Thales Lima do Nascimento criou o Biocimento, um projeto que une educação, sustentabilidade e impacto social. A iniciativa transforma resíduos em blocos ecológicos feitos de papel reciclado e fibra de coco, sem uso de areia. O objetivo é criar calçadas acessíveis e de baixo custo para a comunidade. O projeto envolve estudantes, reduz a evasão escolar e aplica o aprendizado na prática. Em parceria com o Conjunto Penal, promove educação e ressocialização por meio da construção civil.

Do norte do país, Leia Sousa idealizou o Tecer Mulher, de Marabá (PA), que promove a inclusão digital de mulheres idosas da região amazônica por meio do uso de smartphones e aplicativos. A iniciativa surge diante das vulnerabilidades de gênero, idade, escolaridade e acesso à tecnologia. Desenvolvido no âmbito da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, o projeto utiliza metodologias andragógicas e o modelo ADDIE. As ações ocorrem em oficinas presenciais e intergeracionais, com apoio de estudantes universitários.

Categoria estudantes

O FiltroPinha, iniciativa de Carnaíba (PE), idealizada por Beatriz Vitória da Silva, surgiu no Quilombo do Caroá para transformar resíduos da produção de farinha em solução ambiental. O projeto enfrenta o problema da manipueira, resíduo altamente tóxico gerado nas casas de farinha. A proposta cria um filtro de baixo custo feito com cascas de pinha, fruta comum na região. O filtro reduz contaminantes e permite a reutilização da água no processo produtivo. Os resíduos do filtro são reaproveitados como fertilizante de liberação lenta.

No Rio de Janeiro, a estudante Ysabelle Gonçalves criou o projeto True que surgiu em 2023 no itinerário de Humanas do 1º ano do Ensino Médio da Firjan SESI SENAI Maracanã. Inicialmente focado na violência contra a mulher, evoluiu para abordar a violência escolar. O jogo, em formato de baralho, trabalha causas, casos, soluções e ações por meio da gamificação. Os jogadores debatem situações de violência, justificam escolhas e refletem coletivamente. O projeto ganhou também uma versão digital em aplicativo.

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